É bom recordar...
Aluno: Gian Carlos Poleto
Produção Elaborada em São Paulo, e selecionada a Brasília na Final da Olimpíada de Lingua Portuguesa de 2008.
Lembro-me de que tínhamos uma vida sofrida, com muito trabalho pesado. Levantávamos cedo para cultivar a terra, lavrando com boi ou cavalo de arado. Capinávamos com enxada as nossas roças novas e plantávamos de tudo, principalmente milho.
Cozinhávamos feijão, arroz de pilão, canjica de trigo socada no pilão – quanto trabalho! Fritávamos a carne de porco para guardar em latas de banha – hoje não se faz mais isso, existem os eletrodomésticos para facilitar. Cozinhávamos tudo no fogão de chapa. O que comprávamos em armazéns era apenas sal, açúcar e querosene; o restante tínhamos em casa – tudo natural.
Naquela época as primeiras moradias eram casas de tábua com piso de chão batido, colocadas sobre cepos e cobertas de tabuinha. Não tinha ruas, muito menos praças. Os homens faziam mutirão e arrumavam as estradas. Nós não destruíamos a natureza – não como se faz hoje -, apenas derrubávamos matos para fazer roças e para usar a madeira como lenha.
Na escola tínhamos que decorar um livro. Estudávamos todos na mesma sala com um só professor. Tínhamos medo dos castigos, como a palmatória e joelho no milho; por isso respeitávamos muito os professores. Escrevíamos em uma pedra e para apagar usávamos um pano. Não tinha cadeira, sentávamos todos em um banco. Nossas brincadeiras favoritas eram o passa-passará, jogos com bola, barra-manteiga, esconde-esconde... As brincadeiras eram mais sadias, diferentes das de hoje.
As mulheres faziam as roupas para toda a família. Elas usavam um vestido comprido. Calça? Nem pensar! Os homens usavam bombachas ou quilote e nos pés calçavam um tamanco de madeira e couro.
O namoro daquela época era bem diferente do de hoje, pois os pais nunca deixavam os namorados sozinhos. O rapaz vinha à casa da namorada e não tinha beijo. Os mais ousados “roubavam” suas amadas. Em relação aos pais, havia uma obediência total – só o olhar deles bastava para entendermos. Tínhamos que ter muito respeito com papai e mamãe.
Comemorávamos as festas de São João com pipoca, amendoim, fogueiras, e todos se confraternizavam. Batíamos surpresas – vizinhos combinavam e iam visitar um amigo desprevenido -, havia muita festa e comilança, e festejávamos o Natal e as festas tradicionais das igrejas. Uma comemoração importante foi quando fizeram a escola e a igreja no Barro Preto.
Nossa vila, o Barro Preto, começou com a igreja católica – de madeira -, com uma casa de comércio, uma igreja evangélica, uma serraria, uma olaria e um salão de bailes. Os primeiros habitantes eram imigrantes alemães e italianos, eram as famílias Shivinki, Gacho, Räder, Govari...
Lembro-me que no dia 20 de agosto de 1965 caiu neve, muita neve – achei que a casa ia cair! Matou muita criação e derrubou muita árvore. A neve somente derreteu quando começou a chover. Além da neve,outro fato que trago vivo na lembrança é de um ônibus que tombou sobre o rio Faxinal, resultando em dezenove mortes. Foi horrível...
O tempo passou depressa, muitas coisas mudaram, hoje tudo está tão diferente! Tanta modernidade, tecnologia que quase não consigo acompanhar. Apesar de tudo, vivo feliz com as lembranças da minha juventude.
(Texto baseado na entrevista realizada com dona Gilda Rodrigues Bueno, hoje com 66 anos).
Professora: Araci Dalsasso Escola: E. E. E. M. Dr. Roberto Löw Cidade: Nova Ramada
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
O Tempo Passou
Alan Junior Rods
O Tempo Passou
Antigamente as casas eram diferente das de hoje, construções simples,a grande maioria de madeira, algumas construções de dois andares e poucas casas pintadas, a maioria de chão batido.
As escolas eram simples e todos os alunos estudavam em uma só sala com um professor, nós estudavam até a quarta série, depois saia da escola, a maioria parava de estudar. Os alunos que gostavam de estudar podia repetir a ultima série.
As brincadeiras eram mais saudáveis, as famílias numerosas e se reuniam os irmãos, familiares e vizinhos e nós brincávamos fazendo cantigas de rodas, jogos, adivinhações, corridas, etc.
Antigamente as mulheres faziam as roupas para toda a família, comprava vários metros de tecido a cor e modelo eram iguais e saiam vestidos iguais, tinham poucas roupas, uma usava na roça e outra no domingo quando saiam.
O namoro era levado a serio a intenção era de casar e se visitavam só de fim de semana, e alguns casamentos aconteciam entre familiares pois os pais não concordava com que os filhos se casar com outra origem.
Não se comemorava muitas datas o natal, sesta-feira santa, festa da padroeira, casamento, etc.
O casamento era simples com poucos convidados os familiares e os padrinhos. Havia poucas habitantes de Barro Preto as famílias Shivinki, Gacho, Radar, Govari. Um acontecimento marcante foi que nevou em1965e vários animais morreram. Um acidente que ocorreu foi de um ônibus do Stadler que virou sobre o rio Faxinal e varias pessoas morreram.
– Que tristeza o tempo passou e muitas coisas mudaram da aquela tempo para o tempo de hoje. Alan Junior Rods
histórias da Minha Juventude
Alexandre Daniel Rods
Historia da minha Juventude
Antigamente as casas era muito diferente das de hoje em dia, as casas eram fechada de tabuinhas e era colocado em cima de cepos e ate hoje sinto o vento cruzando pelas frestas.
Na escola antigamente nos estudava todos numa sala só e era trinta alunos para um professor só as vazes nós desobedecia a professora e apanhava de régua também tinha o castigo que era fica de joelho em cima de um grão de feijão ou de milho.
As nossas brincadeiras de antigamente era mais diferentes das de hoje em dia nos brincava de roda cutia, siranda e entre outras.
As nossas roupas de antigamente era tudo a mesma roupa para família era tudo da mesma cor, comprava em metros e fazia as roupas em casa.
O namoro de hoje em dia e bem diferente de antigamente só podia beijar a noiva depois do casamento, os pais que arumavan a noiva para o filho e tinha de ser da mesma raça.
Antigamente não se comemorava datas especiais era o natal, sexta-feira Santa e outras festas simples.Aconteceu um grande acidente um deles foi guandu virou o ônibus no Faxinal que morreu dezenove pessoas e o outro foi guandu caiu neve em mil novecentos e sessenta e oito e matou vários animais.
Hoje o tempo passou e eu notei que mudou muito ate as vazes me sinto meio desnorteado mas agora eu estou bem, morando junto com meus netos.
Historia da minha Juventude
Antigamente as casas era muito diferente das de hoje em dia, as casas eram fechada de tabuinhas e era colocado em cima de cepos e ate hoje sinto o vento cruzando pelas frestas.
Na escola antigamente nos estudava todos numa sala só e era trinta alunos para um professor só as vazes nós desobedecia a professora e apanhava de régua também tinha o castigo que era fica de joelho em cima de um grão de feijão ou de milho.
As nossas brincadeiras de antigamente era mais diferentes das de hoje em dia nos brincava de roda cutia, siranda e entre outras.
As nossas roupas de antigamente era tudo a mesma roupa para família era tudo da mesma cor, comprava em metros e fazia as roupas em casa.
O namoro de hoje em dia e bem diferente de antigamente só podia beijar a noiva depois do casamento, os pais que arumavan a noiva para o filho e tinha de ser da mesma raça.
Antigamente não se comemorava datas especiais era o natal, sexta-feira Santa e outras festas simples.Aconteceu um grande acidente um deles foi guandu virou o ônibus no Faxinal que morreu dezenove pessoas e o outro foi guandu caiu neve em mil novecentos e sessenta e oito e matou vários animais.
Hoje o tempo passou e eu notei que mudou muito ate as vazes me sinto meio desnorteado mas agora eu estou bem, morando junto com meus netos.
Entrevista Sobre Antigamente
Andressa Bönmann
Entrevista Sobre Antigamente
Uma pessoa comenta sobre fatos que aconteceram antigamente, falou das casas, eram feitas de capim, algumas de tabuinha e não eram pintadas, os mais ricos tinham as casas de dois andares.
Em seguida ela contou como era o namoro antigamente, comentou que era mais rígido, diferente dos dias de hoje, não tinha tanta liberdade como nos dias de hoje.
Comentou que muitas vezes as crianças saíam da escola para trabalhar obrigadas pelos pais, os professores eram rigorosos na educação, se não obedeciam davam muitos castigos, alguns eram: se ajoelhar no milho ou em tampas de garrafas, muitas vezes batiam com réguas de madeira, era doloroso.
As roupas era diferentes das de hoje, as cores dos tecidos eram xadrez ou floridos, geralmente eram as mulheres confeccionavam as roupas, compravam metros de tecidos chamadas de (fazenda), e fazia para toda a família, as mulheres usavam somente vestidos ou saias à baixo do joelho, não usavam calças como hoje em dia usam.
As datas comemorativas eram poucas diferentes de hoje, antigamente as datas mais festivas eram: casamentos, festas de aniversários, natal, páscoa, geralmente elas aconteciam em casa, muitas vezes nas festas de aniversário faziam surpresas chegavam na casa do aniversariante sem avisar, matavam uma galinha e era festa o dia inteiro.
Entrevista Sobre Antigamente
Uma pessoa comenta sobre fatos que aconteceram antigamente, falou das casas, eram feitas de capim, algumas de tabuinha e não eram pintadas, os mais ricos tinham as casas de dois andares.
Em seguida ela contou como era o namoro antigamente, comentou que era mais rígido, diferente dos dias de hoje, não tinha tanta liberdade como nos dias de hoje.
Comentou que muitas vezes as crianças saíam da escola para trabalhar obrigadas pelos pais, os professores eram rigorosos na educação, se não obedeciam davam muitos castigos, alguns eram: se ajoelhar no milho ou em tampas de garrafas, muitas vezes batiam com réguas de madeira, era doloroso.
As roupas era diferentes das de hoje, as cores dos tecidos eram xadrez ou floridos, geralmente eram as mulheres confeccionavam as roupas, compravam metros de tecidos chamadas de (fazenda), e fazia para toda a família, as mulheres usavam somente vestidos ou saias à baixo do joelho, não usavam calças como hoje em dia usam.
As datas comemorativas eram poucas diferentes de hoje, antigamente as datas mais festivas eram: casamentos, festas de aniversários, natal, páscoa, geralmente elas aconteciam em casa, muitas vezes nas festas de aniversário faziam surpresas chegavam na casa do aniversariante sem avisar, matavam uma galinha e era festa o dia inteiro.
Entrevista Sobre Antigamente
Geovana Didoné
Entrevista Sobre Antigamente
Uma pessoa comenta sobre fatos que aconteceram antigamente, falou das casas, eram feitas de capim, algumas de tabuinha e não eram pintadas, os mais ricos tinham as casas de dois andares.
Em seguida ela contou como era o namoro antigamente, comentou que era mais rígido, diferente dos dias de hoje, não tinha tanta liberdade como nos dias de hoje.
Comentou que muitas vezes as crianças saíam da escola para trabalhar obrigadas pelos pais, os professores eram rigorosos na educação, se não obedeciam davam muitos castigos, alguns eram: se ajoelhar no milho ou em tampas de garrafas, muitas vezes batiam com réguas de madeira, era doloroso.
As roupas era diferentes das de hoje, as cores dos tecidos eram xadrez ou floridos, geralmente eram as mulheres confeccionavam as roupas, compravam metros de tecidos chamadas de (fazenda), e fazia para toda a família, as mulheres usavam somente vestidos ou saias à baixo do joelho, não usavam calças como hoje em dia usam.
As datas comemorativas eram poucas diferentes de hoje, antigamente as datas mais festivas eram: casamentos, festas de aniversários, natal, páscoa, geralmente elas aconteciam em casa, muitas vezes nas festas de aniversário faziam surpresas chegavam na casa do aniversariante sem avisar, matavam uma galinha e era festa o dia inteiro.
Entrevista Sobre Antigamente
Uma pessoa comenta sobre fatos que aconteceram antigamente, falou das casas, eram feitas de capim, algumas de tabuinha e não eram pintadas, os mais ricos tinham as casas de dois andares.
Em seguida ela contou como era o namoro antigamente, comentou que era mais rígido, diferente dos dias de hoje, não tinha tanta liberdade como nos dias de hoje.
Comentou que muitas vezes as crianças saíam da escola para trabalhar obrigadas pelos pais, os professores eram rigorosos na educação, se não obedeciam davam muitos castigos, alguns eram: se ajoelhar no milho ou em tampas de garrafas, muitas vezes batiam com réguas de madeira, era doloroso.
As roupas era diferentes das de hoje, as cores dos tecidos eram xadrez ou floridos, geralmente eram as mulheres confeccionavam as roupas, compravam metros de tecidos chamadas de (fazenda), e fazia para toda a família, as mulheres usavam somente vestidos ou saias à baixo do joelho, não usavam calças como hoje em dia usam.
As datas comemorativas eram poucas diferentes de hoje, antigamente as datas mais festivas eram: casamentos, festas de aniversários, natal, páscoa, geralmente elas aconteciam em casa, muitas vezes nas festas de aniversário faziam surpresas chegavam na casa do aniversariante sem avisar, matavam uma galinha e era festa o dia inteiro.
Histórias da Minha Juventude. Gian Carlos Poleto
Gian Carlos Poleto
Histórias da minha Juventude
Produção Premiada em 2008. Para segunda Fase em São Paulo e também para Brasília com outra produção que também se encontra neste Blog.
Histórias da minha Juventude
Antigamente tínhamos uma vida sofrida, com muito trabalho pesado. Levantávamos cedo para cultivar a terra lavrando com boi ou cavalo de arado. Capinávamos com enxada as nossas roças novas e plantávamos de tudo principalmente o milho.
Cozinhávamos feijão, arroz de pilão, canjica de trigo socada no pilão _ que trabalho _, fritávamos a carne de porco para guardar em latas de banha _ hoje não se faz mais isso, existe eletrodoméstico para facilitar _. Cozinhávamos tudo no fogão de chapa. O que comprávamos em armazéns era apenas sal, açúcar e querosene e o restante tinha em casa tudo natural.
Naquela época as primeiras moradias eram casas de tábua de tábua com piso de chão batido, colocadas sobre cepos e cobertas de tabuinha. Não tinha ruas muito menos praças. Os homens faziam mutirão e arrumavam as estradas. Nós não destruíamos a natureza _não como se vê hoje_ apenas derrubávamos matos para fazer roças e para lenha.
Na escola tínhamos que decorar um livro. Estudávamos todos na mesma sala com um só professor. Tínhamos medo dos castigos como palmatória e joelho no milho por isso respeitavam muito os professores. Escrevíamos em uma pedra com um giz e para apagar usávamos um pano. Não tinha cadeira sentávamos todos em um banco.
Brincávamos de passa-passará, jogos com bola, barra manteiga, esconde – esconde... As brincadeiras eram mais saudáveis, diferentes das atuais.
Antigamente as mulheres faziam roupas para toda a família. As mulheres usavam vestido comprido e calça não usavam. Os homens usavam calça ou quilote e nos pés calçavam um tamanco de madeira com um couro por cima.
O namora antigamente era bem diferente de hoje, pois os pais nunca deixavam os namorados sozinhos, muito menos sair de casa. O rapaz vinha na casa da namorada e não tinha beijo. Os mais ousados “roubavam” sua pretendente.
Com nossos pais havia uma obediência total, só o olhar deles chegava. Tínhamos que ter muito respeito com papai e mamãe.
Comemorávamos as festas de São João com pipoca, Amendoim, com fogueiras e todos os vizinho vinha festejar. Batíamos “surpresas” e festejávamos o natal e as festas tradicionais da igreja. Uma comemoração importante foi quando fizeram a escola e a igreja no Barro Preto.
O Barro Preto começou com a igreja católica _de madeira, com uma casa de comércio, igreja evangélica, uma serraria, olaria e um salão de baile. Os primeiros habitantes eram imigrantes alemães e italianos, eram as famílias Shivinki, Gacho, Räder, Govari... Naquele tempo o Barro Preto pertencia ao município de Ajuricaba.
Lembro-me que no dia 20 de agosto de 1965 caiu neve, tapando tudo com neve _achei que a casa ia cair _. Matou muita criação, pois as árvores caíam. A neve derreteu porque começou a chover.
Um grande acidente foi quando um ônibus da empresa Stadler que virou sobre o rio Faxinal onde morreram dezenove pessoas.
O tempo passou depressa, muitas coisas mudaram, hoje está muito diferente de antigamente, pois há tanta modernidade, tecnologia que quase não consigo acompanhar isso, mas vivo feliz com as lembranças da minha juventude.
Texto baseado na entrevista de uma senhora, hoje com 66 anos.
Gian Carlos Poleto, aluno do 8° ano.
Histórias da minha Juventude
Produção Premiada em 2008. Para segunda Fase em São Paulo e também para Brasília com outra produção que também se encontra neste Blog.
Histórias da minha Juventude
Antigamente tínhamos uma vida sofrida, com muito trabalho pesado. Levantávamos cedo para cultivar a terra lavrando com boi ou cavalo de arado. Capinávamos com enxada as nossas roças novas e plantávamos de tudo principalmente o milho.
Cozinhávamos feijão, arroz de pilão, canjica de trigo socada no pilão _ que trabalho _, fritávamos a carne de porco para guardar em latas de banha _ hoje não se faz mais isso, existe eletrodoméstico para facilitar _. Cozinhávamos tudo no fogão de chapa. O que comprávamos em armazéns era apenas sal, açúcar e querosene e o restante tinha em casa tudo natural.
Naquela época as primeiras moradias eram casas de tábua de tábua com piso de chão batido, colocadas sobre cepos e cobertas de tabuinha. Não tinha ruas muito menos praças. Os homens faziam mutirão e arrumavam as estradas. Nós não destruíamos a natureza _não como se vê hoje_ apenas derrubávamos matos para fazer roças e para lenha.
Na escola tínhamos que decorar um livro. Estudávamos todos na mesma sala com um só professor. Tínhamos medo dos castigos como palmatória e joelho no milho por isso respeitavam muito os professores. Escrevíamos em uma pedra com um giz e para apagar usávamos um pano. Não tinha cadeira sentávamos todos em um banco.
Brincávamos de passa-passará, jogos com bola, barra manteiga, esconde – esconde... As brincadeiras eram mais saudáveis, diferentes das atuais.
Antigamente as mulheres faziam roupas para toda a família. As mulheres usavam vestido comprido e calça não usavam. Os homens usavam calça ou quilote e nos pés calçavam um tamanco de madeira com um couro por cima.
O namora antigamente era bem diferente de hoje, pois os pais nunca deixavam os namorados sozinhos, muito menos sair de casa. O rapaz vinha na casa da namorada e não tinha beijo. Os mais ousados “roubavam” sua pretendente.
Com nossos pais havia uma obediência total, só o olhar deles chegava. Tínhamos que ter muito respeito com papai e mamãe.
Comemorávamos as festas de São João com pipoca, Amendoim, com fogueiras e todos os vizinho vinha festejar. Batíamos “surpresas” e festejávamos o natal e as festas tradicionais da igreja. Uma comemoração importante foi quando fizeram a escola e a igreja no Barro Preto.
O Barro Preto começou com a igreja católica _de madeira, com uma casa de comércio, igreja evangélica, uma serraria, olaria e um salão de baile. Os primeiros habitantes eram imigrantes alemães e italianos, eram as famílias Shivinki, Gacho, Räder, Govari... Naquele tempo o Barro Preto pertencia ao município de Ajuricaba.
Lembro-me que no dia 20 de agosto de 1965 caiu neve, tapando tudo com neve _achei que a casa ia cair _. Matou muita criação, pois as árvores caíam. A neve derreteu porque começou a chover.
Um grande acidente foi quando um ônibus da empresa Stadler que virou sobre o rio Faxinal onde morreram dezenove pessoas.
O tempo passou depressa, muitas coisas mudaram, hoje está muito diferente de antigamente, pois há tanta modernidade, tecnologia que quase não consigo acompanhar isso, mas vivo feliz com as lembranças da minha juventude.
Texto baseado na entrevista de uma senhora, hoje com 66 anos.
Gian Carlos Poleto, aluno do 8° ano.
Antigamente Era Assim
Kelly Andressa Nuglisch
Antigamente era assim
Vou contar para vocês como era a vida das pessoas antigamente.
As casas dos moradores eram muito diferentes das que têm hoje, elas eram construções muito simples, a maioria era de madeira que era construída em cima de cepos, algumas eram de dois andares sendo que poucas delas eram pintadas e a maioria era de chão batido.
A escola só tinha uma, e ainda só uma sala sendo que todos estudavam na mesma sala com um só professor, nó todos gostávamos muito de estudar que até repetíamos o ano para continuar indo na escola, pois só tinha até quarta serie.
Nós crianças adorávamos brincar, mas era brincadeira mais saudáveis geralmente as famílias eram numerosas e se reuniam os irmãos,familiares e vizinhos inventavam brincadeiras.mas as que nós crianças gostávamos eram: barra manteiga, esconde- esconde, pega –pega e caçador.
Nossas roupas eram as mulheres da casa que faziam para toda a família, comprávamos vários metros de tecido e faziam todas as roupas iguais da mesma cor saiamos todos vestidos igualmente, tínhamos poucas roupas umas que nós usávamos durante a semana no trabalho e outras melhores usavam para sair aos domingos.
Nossos namoros eram levados mais a serio, quando começávamos a namorar a intenção era logo casar.
Nos se encontrávamos pouco só se visitávamos nos finais de semana, alguns casamentos aconteciam entre familiares, pois os pais que eram de origem alemã, italiana principalmente não permitiam que as filhas casassem com rapazes de outra origem. Os mais ousados roubavam sua pretendente.
Nos não comemorávamos muitas datas festivas, as mais comemoradas eram natal, sexta feira santa, esta do padroeiro das igrejas e casamentos.
Me lembro das Festas de casamento que aconteciam era tudo simples, não havia decorações apenas arrumavam com o que era disponível e acontecia durante o dia tôo, já pela manha chegava poucos convidados e a festa acontecia, usava-se muito a tradicional foto da família, nas festas poucos convidados, os familiares e os padrinhos.
As primeiras famílias a morarem no Barro Preto era Shivinki, Gacho, Rader, Govari.
Algumas coisas que me lembro que foram marcantes é que nevou no amo de 1965 no mês de agosto, tudo o que as famílias tinham ficou coberto de neve inclusive vários animais morreram outro era o que acontecia com maior freqüência era as enchentes
Passarqam-se muitos anos, vários acontecimentos uns tristes e outros de alegria. Hoje ela vive feliz com seu esposo, filhos e netos.
Antigamente era assim
Vou contar para vocês como era a vida das pessoas antigamente.
As casas dos moradores eram muito diferentes das que têm hoje, elas eram construções muito simples, a maioria era de madeira que era construída em cima de cepos, algumas eram de dois andares sendo que poucas delas eram pintadas e a maioria era de chão batido.
A escola só tinha uma, e ainda só uma sala sendo que todos estudavam na mesma sala com um só professor, nó todos gostávamos muito de estudar que até repetíamos o ano para continuar indo na escola, pois só tinha até quarta serie.
Nós crianças adorávamos brincar, mas era brincadeira mais saudáveis geralmente as famílias eram numerosas e se reuniam os irmãos,familiares e vizinhos inventavam brincadeiras.mas as que nós crianças gostávamos eram: barra manteiga, esconde- esconde, pega –pega e caçador.
Nossas roupas eram as mulheres da casa que faziam para toda a família, comprávamos vários metros de tecido e faziam todas as roupas iguais da mesma cor saiamos todos vestidos igualmente, tínhamos poucas roupas umas que nós usávamos durante a semana no trabalho e outras melhores usavam para sair aos domingos.
Nossos namoros eram levados mais a serio, quando começávamos a namorar a intenção era logo casar.
Nos se encontrávamos pouco só se visitávamos nos finais de semana, alguns casamentos aconteciam entre familiares, pois os pais que eram de origem alemã, italiana principalmente não permitiam que as filhas casassem com rapazes de outra origem. Os mais ousados roubavam sua pretendente.
Nos não comemorávamos muitas datas festivas, as mais comemoradas eram natal, sexta feira santa, esta do padroeiro das igrejas e casamentos.
Me lembro das Festas de casamento que aconteciam era tudo simples, não havia decorações apenas arrumavam com o que era disponível e acontecia durante o dia tôo, já pela manha chegava poucos convidados e a festa acontecia, usava-se muito a tradicional foto da família, nas festas poucos convidados, os familiares e os padrinhos.
As primeiras famílias a morarem no Barro Preto era Shivinki, Gacho, Rader, Govari.
Algumas coisas que me lembro que foram marcantes é que nevou no amo de 1965 no mês de agosto, tudo o que as famílias tinham ficou coberto de neve inclusive vários animais morreram outro era o que acontecia com maior freqüência era as enchentes
Passarqam-se muitos anos, vários acontecimentos uns tristes e outros de alegria. Hoje ela vive feliz com seu esposo, filhos e netos.
Antigüidade Para a Modernidade
Maiara Caroline Carvalho
Antigüidade para a modernidade
Ainda lembro-me das modestas moradias que havia , eram construções muito simples a maioria era d madeira colocadas sobre cepos ,algumas delas eram construídas de dois andares sendo que poucas eram pintadas,a maioria dessas casas era de chão batido ,lembro-me da poeira que levantava ao varrermos o chão.
Nossos estudos eram muito diferentes dos de hoje.Estudávamos numa só escola alunos até a 4ºsérie,só havia um professor,após cursar a 4º série a maioria paravam de estudar,mas quem gostava de estudar tinha o privilégio de cursar o último ano de novo –que privilégio!-Como foi o caso de várias pessoas.
Nossas brincadeiras eram mais saudáveis extremamente diferentes das atuais.Na maioria das vezes ,as famílias eram numerosas então nos reuníamos ,familiares ,vizinhos e inventávamos as brincadeiras.Fazíamos cantigas de roda,jogos,adivinhações,corrida,também tinha a brincadeira barra manteiga,esconde-esconde,pega-pega,caçador e algumas outras.
Antigamente eram nossas mães que confeccionavam as roupas pra toda a família.Comprava-se vários metros de tecidos e costuravam-se as roupas.A cor e o modelo erma praticamente o mesmos,saindo todos os vestidos igualmente,tínhamos poucas roupas,as que usávamos durante a semana e a outra melhor para usar somente no domingo quando saíamos.
Geralmente nossos namoros eram levados à sério,quando nos conhecíamos a intenção era de se casar,Os namorados não se encontravam como hoje em dia,o moço visitava a moça somente no fim de semana.Alguns casamentos aconteciam entre familiares,pois os pais que eram de origem alemã ,italiana principalmente não permitiam que os filhos casassem com rapazes de outra origem .Os mais ousados “roubavam” os pretendentes.
Não co9memorávamos muitas datas festivas,as mais lembradas eram o Natal,sexta-feira Santa,festas do padroeiro das igrejas e casamentos.
Ainda lembro-me de um fato muito marcante no ano de 1965 no mês de agosto,nevou,tudo o que as famílias tinham ficou coberto de neve,inclusive vários animais morreram.Outro fenômeno que acontecia com maior freqüência era a enchente.
O tempo passou hoje já sou idosa,tenho minhas filhas que já são mães ,vivo feliz com meu esposo e todas as minhas filhas e só hoje percebo como o tempo passou depressa.
Antigüidade para a modernidade
Ainda lembro-me das modestas moradias que havia , eram construções muito simples a maioria era d madeira colocadas sobre cepos ,algumas delas eram construídas de dois andares sendo que poucas eram pintadas,a maioria dessas casas era de chão batido ,lembro-me da poeira que levantava ao varrermos o chão.
Nossos estudos eram muito diferentes dos de hoje.Estudávamos numa só escola alunos até a 4ºsérie,só havia um professor,após cursar a 4º série a maioria paravam de estudar,mas quem gostava de estudar tinha o privilégio de cursar o último ano de novo –que privilégio!-Como foi o caso de várias pessoas.
Nossas brincadeiras eram mais saudáveis extremamente diferentes das atuais.Na maioria das vezes ,as famílias eram numerosas então nos reuníamos ,familiares ,vizinhos e inventávamos as brincadeiras.Fazíamos cantigas de roda,jogos,adivinhações,corrida,também tinha a brincadeira barra manteiga,esconde-esconde,pega-pega,caçador e algumas outras.
Antigamente eram nossas mães que confeccionavam as roupas pra toda a família.Comprava-se vários metros de tecidos e costuravam-se as roupas.A cor e o modelo erma praticamente o mesmos,saindo todos os vestidos igualmente,tínhamos poucas roupas,as que usávamos durante a semana e a outra melhor para usar somente no domingo quando saíamos.
Geralmente nossos namoros eram levados à sério,quando nos conhecíamos a intenção era de se casar,Os namorados não se encontravam como hoje em dia,o moço visitava a moça somente no fim de semana.Alguns casamentos aconteciam entre familiares,pois os pais que eram de origem alemã ,italiana principalmente não permitiam que os filhos casassem com rapazes de outra origem .Os mais ousados “roubavam” os pretendentes.
Não co9memorávamos muitas datas festivas,as mais lembradas eram o Natal,sexta-feira Santa,festas do padroeiro das igrejas e casamentos.
Ainda lembro-me de um fato muito marcante no ano de 1965 no mês de agosto,nevou,tudo o que as famílias tinham ficou coberto de neve,inclusive vários animais morreram.Outro fenômeno que acontecia com maior freqüência era a enchente.
O tempo passou hoje já sou idosa,tenho minhas filhas que já são mães ,vivo feliz com meu esposo e todas as minhas filhas e só hoje percebo como o tempo passou depressa.
Lembranças Da Vida
Maicon R. A. Rodrigues
Lembranças Da Vida
Antigamente as casas eram muito diferentes das de hoje.Antigamente tinha construção muitos simples, a maioria era de madeira, colocadas sobre cepos.na minha época algumas delas eram construídas de dois andares sendo que poucas eram pintadas.
Naquele tempo muitas casas eram de chão batido (de terra).
Antigamente estudávamos todos numa mesma sala com um professor.Estudamos até a quarta série e depois saia da escola,pois a grande parte não continuava estudando.
Os alunos gostavam muito de estudar tinha o”privilegio”de repetir uma ultima série,como foi o meu caso.
Na minha época as brincadeiras eram mais saudáveis, diferentes das atuais.Geralmente as famílias que existiam eram numerosas então nós se reunia os irmãos,familiares e vizinhos e inventávamos as brincadeiras.Fasiamos cantigas de rodas,jogos,adivinhações,corridas,etc.Algumas de nossas brincadeiras eram:barra manteiga,esconde-esconde,pega-pega,caçador.
Antigamente as mulheres que confeccionavam as roupas para toda a família.Comprávamos vários metros de tecido e costurávamos as roupas.A cor e o modelo era praticamente os mesmos,saindo todos vestidos igualmente.
Tínhamos poucas roupas,umas que usávamos durante a semana no trabalho e a outra,melhor,usávamos somente no domingo quando saíamos.
Naquele tempo o namoro era levado mais a sério,quando o casal se conhece a intenção era de casar.Os namorados não se encontravam como hoje em dia,visitava-se aos finais de semana.Alguns casamentos naquela época aconteciam entre familiares,os pais que eram de origem alemã,italiana principalmente não permitia que as filhas casassem com rapazes de outra origem.Os mais ousados”roubavam”sua pretendente.
Naquele tempo não se comemorava muitas datas festivas,as mais lembradas eram Natal,Sexta-feira Santa,Festa do Padroeiro das igrejas e casamento.Lembro mais das festas de casamento que aconteciam.Aquele tempo era tudo muito simples,não havia decorações apenas arrumávamos com o que havia disponível.Lembro que as festas aconteciam durante o dia todo.Pela manhã chegava os poucos convidados e a festa acontecia.
Usávamos muito a tradicional foto da família.Nas festas havia poucos convidados,os familiares e os padrinhos.
As primeiras famílias foram a Shivink,Gach rãder,govari.No mês de agosto,tudo o que as familiares tinha ficou coberto de neve,inclusive vários animais morreram.Outro fenômeno que aconteceu com maior freqüência eram as enchentes.Aqui no Barro Preto,por exemplo,as proximidades do rio Bugiganga ficavam alagadas...
Um dos acidentes ocorridos quando ainda pertencíamos a Ajuricaba,foi de um ônibus da empresa stadler que virou sobre o rio Fxinal.
Com isso,dezenove pessoas morreram.hoje eu morro em Barro Preto e mudou bastante do meu tempo para hoje.
Lembranças Da Vida
Antigamente as casas eram muito diferentes das de hoje.Antigamente tinha construção muitos simples, a maioria era de madeira, colocadas sobre cepos.na minha época algumas delas eram construídas de dois andares sendo que poucas eram pintadas.
Naquele tempo muitas casas eram de chão batido (de terra).
Antigamente estudávamos todos numa mesma sala com um professor.Estudamos até a quarta série e depois saia da escola,pois a grande parte não continuava estudando.
Os alunos gostavam muito de estudar tinha o”privilegio”de repetir uma ultima série,como foi o meu caso.
Na minha época as brincadeiras eram mais saudáveis, diferentes das atuais.Geralmente as famílias que existiam eram numerosas então nós se reunia os irmãos,familiares e vizinhos e inventávamos as brincadeiras.Fasiamos cantigas de rodas,jogos,adivinhações,corridas,etc.Algumas de nossas brincadeiras eram:barra manteiga,esconde-esconde,pega-pega,caçador.
Antigamente as mulheres que confeccionavam as roupas para toda a família.Comprávamos vários metros de tecido e costurávamos as roupas.A cor e o modelo era praticamente os mesmos,saindo todos vestidos igualmente.
Tínhamos poucas roupas,umas que usávamos durante a semana no trabalho e a outra,melhor,usávamos somente no domingo quando saíamos.
Naquele tempo o namoro era levado mais a sério,quando o casal se conhece a intenção era de casar.Os namorados não se encontravam como hoje em dia,visitava-se aos finais de semana.Alguns casamentos naquela época aconteciam entre familiares,os pais que eram de origem alemã,italiana principalmente não permitia que as filhas casassem com rapazes de outra origem.Os mais ousados”roubavam”sua pretendente.
Naquele tempo não se comemorava muitas datas festivas,as mais lembradas eram Natal,Sexta-feira Santa,Festa do Padroeiro das igrejas e casamento.Lembro mais das festas de casamento que aconteciam.Aquele tempo era tudo muito simples,não havia decorações apenas arrumávamos com o que havia disponível.Lembro que as festas aconteciam durante o dia todo.Pela manhã chegava os poucos convidados e a festa acontecia.
Usávamos muito a tradicional foto da família.Nas festas havia poucos convidados,os familiares e os padrinhos.
As primeiras famílias foram a Shivink,Gach rãder,govari.No mês de agosto,tudo o que as familiares tinha ficou coberto de neve,inclusive vários animais morreram.Outro fenômeno que aconteceu com maior freqüência eram as enchentes.Aqui no Barro Preto,por exemplo,as proximidades do rio Bugiganga ficavam alagadas...
Um dos acidentes ocorridos quando ainda pertencíamos a Ajuricaba,foi de um ônibus da empresa stadler que virou sobre o rio Fxinal.
Com isso,dezenove pessoas morreram.hoje eu morro em Barro Preto e mudou bastante do meu tempo para hoje.
Antigamente Era Assim
Mailson J.T. Kahl
Antigamente era assim
As casas daquele tempo eram muito diferentes de hoje, nós morávamos em construções muito simples, de madeira colocada sobre cepos. Algumas delas eram pintadas. O piso era de chão batido - uma poeira só.
Na escola - muito pequena- estudávamos todos numa sala só com um só professor. A maioria estudava só até a quarta série, depois saíam da escola. Quem gostava muito de estudar tinha o “privilégio” de repetir uma última série - como eu.
Naquela época nossas brincadeiras eram mais saudáveis – hoje todo mundo brinca com videogames e computador – as famílias eram numerosas, quando todos se reuniam, inventavam várias brincadeiras – que alegria! Brincávamos de pega-pega, caçador, esconde-esconde, barra manteiga, etc. – era muito divertido!
Antigamente as mulheres faziam as roupas de toda a família, comprava-se vários metros de tecido e costurava-se as roupas. A cor e o modelo das roupas eram praticamente iguais para todos. As melhores roupas usávamos só no domingo para sair.
O namoro era levado mais a sério, quando um casal se conhecia a intenção era de casar. Os namorados visitavam-se só nos finais de semana – não como os dias de agora. Alguns casamentos aconteciam entre familiares porque os pais não queriam misturar as culturas. Os rapazes mais ousados “roubavam” a pretendente.
As datas festivas mais comemoradas eram o Natal, Sexta-feira Santa, festas dos padroeiros das igrejas e casamentos – não eram muitos. As festas aconteciam durante o dia todo. Usávamos a tradicional foto da família.
Pelo que me lembro, os primeiros habitantes do Barro Preto foram as famílias Shivinki, Gacho, Rãder e Govari.
Eu me lembro que no ano de 1968, no mês de agosto, nevou muito, tudo o que tínhamos ficou coberto de neve e muitos animais morreram – que frio passamos! Um fenômeno que acontecia com freqüência eram as enchentes, nas proximidades do Rio Bugiganga ficava tudo alagado.
Certa vez, um ônibus da empresa Stadler capotou sobre o Rio Faxinal, dezenove pessoas morreram. Uma tragédia!
Naquela época esse acidente era muito grave, nos dias de hoje as pessoas nem ligariam, hoje caem aviões matando mais de duzentas pessoas!
Daquele tempo pra cá muita coisa mudou, para melhor e para pior, mas em Nova Ramada ainda é muito bom de se viver.
Antigamente era assim
As casas daquele tempo eram muito diferentes de hoje, nós morávamos em construções muito simples, de madeira colocada sobre cepos. Algumas delas eram pintadas. O piso era de chão batido - uma poeira só.
Na escola - muito pequena- estudávamos todos numa sala só com um só professor. A maioria estudava só até a quarta série, depois saíam da escola. Quem gostava muito de estudar tinha o “privilégio” de repetir uma última série - como eu.
Naquela época nossas brincadeiras eram mais saudáveis – hoje todo mundo brinca com videogames e computador – as famílias eram numerosas, quando todos se reuniam, inventavam várias brincadeiras – que alegria! Brincávamos de pega-pega, caçador, esconde-esconde, barra manteiga, etc. – era muito divertido!
Antigamente as mulheres faziam as roupas de toda a família, comprava-se vários metros de tecido e costurava-se as roupas. A cor e o modelo das roupas eram praticamente iguais para todos. As melhores roupas usávamos só no domingo para sair.
O namoro era levado mais a sério, quando um casal se conhecia a intenção era de casar. Os namorados visitavam-se só nos finais de semana – não como os dias de agora. Alguns casamentos aconteciam entre familiares porque os pais não queriam misturar as culturas. Os rapazes mais ousados “roubavam” a pretendente.
As datas festivas mais comemoradas eram o Natal, Sexta-feira Santa, festas dos padroeiros das igrejas e casamentos – não eram muitos. As festas aconteciam durante o dia todo. Usávamos a tradicional foto da família.
Pelo que me lembro, os primeiros habitantes do Barro Preto foram as famílias Shivinki, Gacho, Rãder e Govari.
Eu me lembro que no ano de 1968, no mês de agosto, nevou muito, tudo o que tínhamos ficou coberto de neve e muitos animais morreram – que frio passamos! Um fenômeno que acontecia com freqüência eram as enchentes, nas proximidades do Rio Bugiganga ficava tudo alagado.
Certa vez, um ônibus da empresa Stadler capotou sobre o Rio Faxinal, dezenove pessoas morreram. Uma tragédia!
Naquela época esse acidente era muito grave, nos dias de hoje as pessoas nem ligariam, hoje caem aviões matando mais de duzentas pessoas!
Daquele tempo pra cá muita coisa mudou, para melhor e para pior, mas em Nova Ramada ainda é muito bom de se viver.
Entrevista Sobre Antigamente
Taís Tatiane Fischer
Entrevista Sobre Antigamente
Uma pessoa comenta sobre fatos que aconteceram antigamente, falou das casas, eram feitas de capim, algumas de tabuinha e não eram pintadas, os mais ricos tinham as casas de dois andares.
Em seguida ela contou como era o namoro antigamente, comentou que era mais rígido, diferente dos dias de hoje, não tinha tanta liberdade como nos dias de hoje.
Comentou que muitas vezes as crianças saíam da escola para trabalhar obrigadas pelos pais, os professores eram rigorosos na educação, se não obedeciam davam muitos castigos, alguns eram: se ajoelhar no milho ou em tampas de garrafas, muitas vezes batiam com réguas de madeira, era doloroso.
As roupas era diferentes das de hoje, as cores dos tecidos eram xadrez ou floridos, geralmente eram as mulheres confeccionavam as roupas, compravam metros de tecidos chamadas de (fazenda), e fazia para toda a família, as mulheres usavam somente vestidos ou saias à baixo do joelho, não usavam calças como hoje em dia usam.
As datas comemorativas eram poucas diferentes de hoje, antigamente as datas mais festivas eram: casamentos, festas de aniversários, natal, páscoa, geralmente elas aconteciam em casa, muitas vezes nas festas de aniversário faziam surpresas chegavam na casa do aniversariante sem avisar, matavam uma galinha e era festa o dia inteiro.
Entrevista Sobre Antigamente
Uma pessoa comenta sobre fatos que aconteceram antigamente, falou das casas, eram feitas de capim, algumas de tabuinha e não eram pintadas, os mais ricos tinham as casas de dois andares.
Em seguida ela contou como era o namoro antigamente, comentou que era mais rígido, diferente dos dias de hoje, não tinha tanta liberdade como nos dias de hoje.
Comentou que muitas vezes as crianças saíam da escola para trabalhar obrigadas pelos pais, os professores eram rigorosos na educação, se não obedeciam davam muitos castigos, alguns eram: se ajoelhar no milho ou em tampas de garrafas, muitas vezes batiam com réguas de madeira, era doloroso.
As roupas era diferentes das de hoje, as cores dos tecidos eram xadrez ou floridos, geralmente eram as mulheres confeccionavam as roupas, compravam metros de tecidos chamadas de (fazenda), e fazia para toda a família, as mulheres usavam somente vestidos ou saias à baixo do joelho, não usavam calças como hoje em dia usam.
As datas comemorativas eram poucas diferentes de hoje, antigamente as datas mais festivas eram: casamentos, festas de aniversários, natal, páscoa, geralmente elas aconteciam em casa, muitas vezes nas festas de aniversário faziam surpresas chegavam na casa do aniversariante sem avisar, matavam uma galinha e era festa o dia inteiro.
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Receita de Comida Viva
Nome: CALDEIRADA DE FRUTOS DO MATOInformações: Ingredientes:
Hortis:
1 maço de couve-flor1 maço de brócolis1 berinjela½ repolho branco ou roxo½ maço de cebolinha3 unidades de shiitake grandeoutros produtos de horta a gosto
Sementes:
100g de trigo100g de cevadinha100g de gergelim branco
Temperos:
Miso, cúrcuma, louro, pimenta dedo-de-moça, almeirão, chicória, salsa ou coentro e azeite extravirgem.
Modo de Fazer:
Picotar o brócolis, o repolho e a berinjela. Prensá-los com miso até brotar o néctar. Picotar os outros hortis e colocá-los na panela de barro em fogo baixíssimo, prensando levemente com os temperos até atingir o amornamento. Adicionar shiitake fatiado junto aos prensados. Servir com aziete extravirgem.
Receita: Oficina da SementeNome: ENERGIZANTE NATURAL DE VINAGREInformações: Ingredientes:
1 colher rasa de mel1 colher de vinagreágua com gás
Modo de Fazer:
Dissolver o mel no vinagre. Em seguida, adicionar a água gasosa, sem mexer, para não perder o gás.
Como alternativa à água com gás, pode-se usar água de coco ou chá verde.Nome: MOLHO DE VINAGRE PARA SALADAInformações: Ingredientes:
1 maçã-verde sem casca e sem semente3 colheres de vinagre de maçã1 colher (sopa) de azeite1 dente de alho pequenosal a gosto
Modo de Fazer:
Misturar todos os ingredientes e usar para temperar saladas verdes.Nome: MÚSCULO COZIDO COM ESPECIARIASInformações: Ingredientes:
1kg de músculo cortado em cubos pequenos400g de cebola picadinha5 dentes de alho1 colher de chá de páprica doce1 colher de chá de pápricasal a gosto3 colheres de sopa de óleo vegetalágua para cobrir o músculo na panela
Modo de Fazer:
Em uma panela de pressão pré-aquecida, acrescentar o óleo e dourar bem as cebolas. Acrescentar o alho e, em seguida, o músculo. Acrescentar as pápricas e o sal. Tampar a panela e esperar apitar. Após o apito, baixar o fogo e deixar cozinhar por 20 minutos.
Receita: Clóvis Evaristo, motorista e professor de culináriaNome: SUCO DE LUZ DO SOLInformações: Cortar uma maçã em pedaços pequenos e tirar as sementes grandes. Colocar no liquidificador. Usar um pepino como socador para auxiliar a extrair o líqüido que mora dentro das hortaliças. Acrescentar os grãos germinados*, as folhas verdes comestíveis, o legume e a raiz escolhida na proporção indicada, variando as hortaliças sempre que possível e privilegiando as de produção orgânica. Coar em um pano e beber logo em seguida.
Legumes e raízes: cenoura, abóbora, maxixe, batata-doce, inhame, quiabo, couve-flor, abobrinha, nabo, beterraba.
*Como germinar grãos
1 – Colocar de uma a três colheres de sopa de grãos em um vidro e cobrir com água limpa.
2 – Deixar de molho por uma noite (8 horas).
3 – Cobrir o vidro com filó e prender com elástico. Despejar a água e enxaguar bem sob a torneira.
4 – Colocar o vidro inclinado em um escorredor em um lugar sombreado e fresco.
5 – Enxaguar pela manhã e à noite. Nos dias quentes, é preciso lavar mais vezes. Os grãos iniciam sua germinação em períodos variáveis. Em geral, estão com sua potência máxima logo que sinalizam, o processo do nascimento, quando ficam prontos para serem consumidos.
Sugestões de sementes:
Todas as sementes comestíveis, tanto pelo homem como pelos pássaros: girassol, painço, niger, colza, aveia, trigo, linhaça, arroz, soja, centeio, gergelim, grão-de-bico, amendoim, lentilha, nozes, castanha-do-pará, amêndoas, ervilha, feno-grego etc.
Receita: Ana Branco, designer e professora da PUC-RJ
Hortis:
1 maço de couve-flor1 maço de brócolis1 berinjela½ repolho branco ou roxo½ maço de cebolinha3 unidades de shiitake grandeoutros produtos de horta a gosto
Sementes:
100g de trigo100g de cevadinha100g de gergelim branco
Temperos:
Miso, cúrcuma, louro, pimenta dedo-de-moça, almeirão, chicória, salsa ou coentro e azeite extravirgem.
Modo de Fazer:
Picotar o brócolis, o repolho e a berinjela. Prensá-los com miso até brotar o néctar. Picotar os outros hortis e colocá-los na panela de barro em fogo baixíssimo, prensando levemente com os temperos até atingir o amornamento. Adicionar shiitake fatiado junto aos prensados. Servir com aziete extravirgem.
Receita: Oficina da SementeNome: ENERGIZANTE NATURAL DE VINAGREInformações: Ingredientes:
1 colher rasa de mel1 colher de vinagreágua com gás
Modo de Fazer:
Dissolver o mel no vinagre. Em seguida, adicionar a água gasosa, sem mexer, para não perder o gás.
Como alternativa à água com gás, pode-se usar água de coco ou chá verde.Nome: MOLHO DE VINAGRE PARA SALADAInformações: Ingredientes:
1 maçã-verde sem casca e sem semente3 colheres de vinagre de maçã1 colher (sopa) de azeite1 dente de alho pequenosal a gosto
Modo de Fazer:
Misturar todos os ingredientes e usar para temperar saladas verdes.Nome: MÚSCULO COZIDO COM ESPECIARIASInformações: Ingredientes:
1kg de músculo cortado em cubos pequenos400g de cebola picadinha5 dentes de alho1 colher de chá de páprica doce1 colher de chá de pápricasal a gosto3 colheres de sopa de óleo vegetalágua para cobrir o músculo na panela
Modo de Fazer:
Em uma panela de pressão pré-aquecida, acrescentar o óleo e dourar bem as cebolas. Acrescentar o alho e, em seguida, o músculo. Acrescentar as pápricas e o sal. Tampar a panela e esperar apitar. Após o apito, baixar o fogo e deixar cozinhar por 20 minutos.
Receita: Clóvis Evaristo, motorista e professor de culináriaNome: SUCO DE LUZ DO SOLInformações: Cortar uma maçã em pedaços pequenos e tirar as sementes grandes. Colocar no liquidificador. Usar um pepino como socador para auxiliar a extrair o líqüido que mora dentro das hortaliças. Acrescentar os grãos germinados*, as folhas verdes comestíveis, o legume e a raiz escolhida na proporção indicada, variando as hortaliças sempre que possível e privilegiando as de produção orgânica. Coar em um pano e beber logo em seguida.
Legumes e raízes: cenoura, abóbora, maxixe, batata-doce, inhame, quiabo, couve-flor, abobrinha, nabo, beterraba.
*Como germinar grãos
1 – Colocar de uma a três colheres de sopa de grãos em um vidro e cobrir com água limpa.
2 – Deixar de molho por uma noite (8 horas).
3 – Cobrir o vidro com filó e prender com elástico. Despejar a água e enxaguar bem sob a torneira.
4 – Colocar o vidro inclinado em um escorredor em um lugar sombreado e fresco.
5 – Enxaguar pela manhã e à noite. Nos dias quentes, é preciso lavar mais vezes. Os grãos iniciam sua germinação em períodos variáveis. Em geral, estão com sua potência máxima logo que sinalizam, o processo do nascimento, quando ficam prontos para serem consumidos.
Sugestões de sementes:
Todas as sementes comestíveis, tanto pelo homem como pelos pássaros: girassol, painço, niger, colza, aveia, trigo, linhaça, arroz, soja, centeio, gergelim, grão-de-bico, amendoim, lentilha, nozes, castanha-do-pará, amêndoas, ervilha, feno-grego etc.
Receita: Ana Branco, designer e professora da PUC-RJ
Comida Viva
Reportagem: Ismar Madeira (Campos do Jordão, São Paulo) Programa exibido dia 05/09/08 no Globo Reporter da TV Globo.http://globoreporter.globo.com
Prato do dia: verduras, legumes, frutas e sementes germinadas. É a comida viva!
"Eu tomava remédio para pressão e não tomo mais. Emagreci dez quilos com uma alimentação natural que qualquer um pode fazer em casa", conta o aposentado Orlando Asse dos Santos.
Não é milagre. É o resultado da orientação médica, que seu Orlando recebeu em um posto de saúde de Campos do Jordão, em São Paulo. Tudo de graça, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Foi com o médico Alberto Gonzalez, pesquisador da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que ele e muitos outros pacientes começaram a aprender que comida é remédio.
"Há influências bastante claras na obesidade, na constipação, na inflamação crônica, na dislipidemia – que é o desequilíbrio do colesterol –, nas doenças gastrointestinais e respiratórias e no diabetes", aponta Alberto Gonzalez.
Mas, afinal, o que é comida viva? A receita é simples: nada pode ser cozido, frito ou assado. Os alimentos são de origem vegetal. E para começar bem o dia, um suco poderoso.
Se uma pessoa que não tem uma doença diagnosticada nem se sente mal resolver experimentar esse alimento vivo, que resultados vai sentir?
"É muito importante que eu, me apresentando como médico, diga que alimento vivo é bom para quem está doente, mas o alimento vivo é uma alimentação para quem está sadio e quer se manter sadio", esclarece Alberto Gonzalez.
Decidi experimentar. Em dez dias, que resultados eu veria?
"Em dez dias, vai haver uma grande liberação de água do seu corpo. Muita água retida vai ser eliminada. Você também vai notar mudanças no âmbito da digestão e da disposição, principalmente após as refeições, Você vai se sentir muito bem disposto", adiantou Alberto Gonzalez.
Doutor Alberto troca o jaleco pelo avental. Hora de arregaçar as mangas e mostrar como se prepara o suco. "O grande equipamento é um liquidificador. Depois de tudo lavado, você começa a fazer o suco. Primeiro, picota o pepino. O pepino vai para perto da hélice, porque ele é um grande gerador de água. Aí vem a maçã. Vamos extrair a água do pepino, da maçã e das verduras orgânicas disponíveis com uma cenoura. E, finalmente, as sementes de girassol germinadas. Você pode usar só trigo, girassol, quinoa, gergelim, amêndoa. O ideal é a semente germinada”, ensina Alberto Gonzalez.
Este é o grande segredo da comida viva: grãos germinados. E se você já está se perguntando como vai fazer para conseguir essas sementes, não se preocupe.
"Em seguida, coamos. Fica uma massa consistente. É um coador de voal, que qualquer um pode ter. As pessoas com mais recursos usam uma centrífuga. É o café da manhã. É bom que seja um copo grande. Tem pão, manteiga, café e leite, só que em forma natural, viva e repleta de nutrientes vivos", ressalta Alberto Gonzalez.
Não é um suco ralinho, parece um leite ou algo muito cremoso. É em um casarão que doutor Alberto Gonzalez ensina receitas de alimentos vivos. Alguns pacientes são encaminhados para o local e aprendem que, além do suco, podem fazer pratos coloridos e saudáveis, como a caldeirada de frutos do mato.
Legumes ralados, picadinhos. Basta prensar os alimentos, uma técnica feita com as mãos, para controlar a temperatura da panela. Afinal, nos chamados alimentos vivos, legumes e verduras não podem ser cozidos.
"Se começar a queimar as mãos, tem que desligar. Se não queimar a mão, não vai queimar os alimentos também", explica uma funcionária do hospital.
“A carne é uma questão de herança cultural. Eu não vou chegar em uma aldeia de pescadores e dizer: parem de comer peixe. Comam o peixe, mas incluam na sua vida os alimentos que vêm da mãe terra. Porque eles vêm com a informação que você precisa", diz Alberto Gonzalez.
"Não posso dizer que sou vegetariano. Uma vez por mês eu não recuso um churrasquinho, mas também não sou escravo da alimentação. Como tudo que eu gosto, com uma certa regra", conta seu Orlando.
"Sempre digo que tudo que é verde faz bem para o que é vermelho. Quem está com doença cardiovascular volte-se para o reino vegetal. Alimente-se de tudo que é verde possível que a recuperação cardiovascular vem a reboque", aconselha Alberto Gonzalez.
Em casa, seu Orlando segue a orientação diariamente e faz questão de plantar suas verduras: "Eu aproveito qualquer cantinho. Uma jardineirinha da loja de R$ 1,99, um pouquinho de terra e brota um trigo bonito".
A grama de trigo usada no suco nasce de sementes comuns compradas no supermercado e simplesmente jogadas por seu Orlando na terra. "Todos os espaços, o quintal do vizinho, por exemplo, eu coloquei trigo há 15 dias e já está nascendo. Temos couve e outras hortaliças espalhadas no meio da vegetação. Uso de sete a oito qualidades para fazer o suco por dia", conta.
Será que é mesmo tão fácil assim? Nos dez dias em que testamos o suco também experimentamos a preparação dele, até em cozinhas de hotel. Se eu consegui, qualquer um consegue.
Mas, antes, é bom lembrar: estávamos no restaurante de um hotel na cidade turística de Campos do Jordão, e as tentações estavam servidas. Eram 9h. Eu jantei no dia anterior, às 20h30. Ou seja, havia mais de 12 horas. O estômago já estava reclamando. A mesa do café da manhã era farta. Em vez de optar por tudo o que eu normalmente comeria, fiquei só com as frutas e o suco verde.
Logo pegamos a estrada. Acompanhamos doutor Alberto Gonzalez até a casa de um paciente. A viola dá o tom. O lavrador Benedito Vicente da Rosa leva uma vida simples. Mora com a mulher no alto de uma colina, em um lugar onde não tem luz elétrica. Mas sobram ar puro e produtos tirados da terra sem agrotóxicos. Faltava saber como aproveitar todos os seus nutrientes. Foi o que seu Benedito aprendeu nas consultas pelo SUS. Visitas periódicas fazem parte do Programa de Saúde da Família.
Há um ano, o lavrador mal conseguia ir ao posto de saúde, por causa de uma trombose na perna esquerda, uma ferida enorme não cicatrizava.
"Estava muito machucado, era uma ferida só. Tinha um roxo que parecia uma lesão só. Tomei o suco e fechou tudinho, foi uma beleza. Eu já estava até desenganado", comemora o lavrador.
Doutor Alberto Gonzalez explica: "Os vasos da perna dele não chegavam até a intimidade do tecido, por conta do problema vascular. O suco promoveu o fenômeno denominado neovascularização, de crescer novos capilares onde não tinha".
Mas o médico alerta: "Se você está usando remédios e quer mudar para o suco, consulte um profissional médico. A pessoa que tem um problema grave de pressão arterial ou problema grave de perfusão sanguínea do próprio coração não pode parar de tomar o remédio. Eu trabalho usando remédios e o suco. Os remédios vão sendo tirados à medida que os resultados com o suco vão aparecendo. E isso depende da adesão do paciente".
Seu Benedito se empenhou de verdade para ver o resultado. Afinal, o que já seria difícil na cidade grande poderia até ser impossível para quem vive sem energia elétrica – sem um liquidificador.
"Tentei socar no pilão, mas espirrou muito. Tive que inventar outro modo. Daí, foi no ralador. Achei que foi importante", diz seu Benedito, que colhe os ingredientes, rala e espreme tudo com as mãos. "É um verdadeiro remédio. A perna sarou que é uma beleza! Não tem mais nada, está forte. Já estou imaginando até jogar bola. Eu gostava muito de jogar bola. Fazer isso todo dia é difícil, mas sem esforço ninguém consegue nada".
A germinação dos grãos é que dá força ao alimento, potencializa os nutrientes. É o que garante a mais antiga pesquisadora da comida viva no Brasil, a designer e professora Ana Branco, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ). A primeira semente foi ela que plantou. Há 15 anos, Ana Branco reúne conhecimentos que ela passa adiante.
Preste atenção: é o passo-a-passo para você também aprender a germinar as sementes na sua casa.
"Colocamos a semente de girassol de molho na água. Vamos dormir e a semente vai acordar. São oito horas de molho na água. É o tempo de dormirmos e ela acordar. Na manhã do dia seguinte, jogamos a água fora e deixamos escorrendo em algum apoio por mais oito horas. Depois de oito horas de molho na água e oito horas no ar, é só darmos uma lavadinha antes de consumirmos. Podemos olhar o que aconteceu com a semente germinada. Dá para ver o narizinho que está nascendo. Nesse ponto, podemos consumir. Assim, comemos a energia vital contida nela. E ficamos forte que nem ela", diz Ana Branco.
Para ela, uma filosofia de vida que germinou e deu frutos. Muitos já aprenderam os segredos da alimentação viva em cursos e em uma feira na PUC-RJ.
"Nós começamos com o suco quando eu estava grávida da minha terceira filha. Meu marido faz o suco, fazemos para a família toda. Isso já acontece há três anos", conta a professora Rosana Cunha Pinto. "O grande barato é chamar as crianças para fazerem junto com você. Pede para uma pegar uma maçã, pede para outra segurar uma hortelã. E assim a gente vai cortando e preparando o alimento junto".
Eu bebi suco durante dez dias. E não foi difícil, mesmo fora de casa, dormindo em hotéis, comendo em restaurantes. Logo no primeiro dia, eu fiz exames de sangue que mostraram que a minha saúde vai muito bem. Taxas como colesterol e glicose, por exemplo, estão ótimas. E, por causa disso, eu resolvi não mudar mais nada na minha alimentação. No almoço e no jantar, continuei comendo o que estou acostumado e gosto: arroz, feijão, carne.
Mesmo assim, substituindo só café da manhã, o suco fez efeito. Perdi 2,1 quilos. Eu também senti outras mudanças que não podem ser medidas. A primeira: comecei a sentir menos fome nos últimos dias. E a segunda: mudança no apetite. Já não tenho tido mais tanta vontade de comidas pesadas. Pode ser resultado do suco.
Prato do dia: verduras, legumes, frutas e sementes germinadas. É a comida viva!
"Eu tomava remédio para pressão e não tomo mais. Emagreci dez quilos com uma alimentação natural que qualquer um pode fazer em casa", conta o aposentado Orlando Asse dos Santos.
Não é milagre. É o resultado da orientação médica, que seu Orlando recebeu em um posto de saúde de Campos do Jordão, em São Paulo. Tudo de graça, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Foi com o médico Alberto Gonzalez, pesquisador da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que ele e muitos outros pacientes começaram a aprender que comida é remédio.
"Há influências bastante claras na obesidade, na constipação, na inflamação crônica, na dislipidemia – que é o desequilíbrio do colesterol –, nas doenças gastrointestinais e respiratórias e no diabetes", aponta Alberto Gonzalez.
Mas, afinal, o que é comida viva? A receita é simples: nada pode ser cozido, frito ou assado. Os alimentos são de origem vegetal. E para começar bem o dia, um suco poderoso.
Se uma pessoa que não tem uma doença diagnosticada nem se sente mal resolver experimentar esse alimento vivo, que resultados vai sentir?
"É muito importante que eu, me apresentando como médico, diga que alimento vivo é bom para quem está doente, mas o alimento vivo é uma alimentação para quem está sadio e quer se manter sadio", esclarece Alberto Gonzalez.
Decidi experimentar. Em dez dias, que resultados eu veria?
"Em dez dias, vai haver uma grande liberação de água do seu corpo. Muita água retida vai ser eliminada. Você também vai notar mudanças no âmbito da digestão e da disposição, principalmente após as refeições, Você vai se sentir muito bem disposto", adiantou Alberto Gonzalez.
Doutor Alberto troca o jaleco pelo avental. Hora de arregaçar as mangas e mostrar como se prepara o suco. "O grande equipamento é um liquidificador. Depois de tudo lavado, você começa a fazer o suco. Primeiro, picota o pepino. O pepino vai para perto da hélice, porque ele é um grande gerador de água. Aí vem a maçã. Vamos extrair a água do pepino, da maçã e das verduras orgânicas disponíveis com uma cenoura. E, finalmente, as sementes de girassol germinadas. Você pode usar só trigo, girassol, quinoa, gergelim, amêndoa. O ideal é a semente germinada”, ensina Alberto Gonzalez.
Este é o grande segredo da comida viva: grãos germinados. E se você já está se perguntando como vai fazer para conseguir essas sementes, não se preocupe.
"Em seguida, coamos. Fica uma massa consistente. É um coador de voal, que qualquer um pode ter. As pessoas com mais recursos usam uma centrífuga. É o café da manhã. É bom que seja um copo grande. Tem pão, manteiga, café e leite, só que em forma natural, viva e repleta de nutrientes vivos", ressalta Alberto Gonzalez.
Não é um suco ralinho, parece um leite ou algo muito cremoso. É em um casarão que doutor Alberto Gonzalez ensina receitas de alimentos vivos. Alguns pacientes são encaminhados para o local e aprendem que, além do suco, podem fazer pratos coloridos e saudáveis, como a caldeirada de frutos do mato.
Legumes ralados, picadinhos. Basta prensar os alimentos, uma técnica feita com as mãos, para controlar a temperatura da panela. Afinal, nos chamados alimentos vivos, legumes e verduras não podem ser cozidos.
"Se começar a queimar as mãos, tem que desligar. Se não queimar a mão, não vai queimar os alimentos também", explica uma funcionária do hospital.
“A carne é uma questão de herança cultural. Eu não vou chegar em uma aldeia de pescadores e dizer: parem de comer peixe. Comam o peixe, mas incluam na sua vida os alimentos que vêm da mãe terra. Porque eles vêm com a informação que você precisa", diz Alberto Gonzalez.
"Não posso dizer que sou vegetariano. Uma vez por mês eu não recuso um churrasquinho, mas também não sou escravo da alimentação. Como tudo que eu gosto, com uma certa regra", conta seu Orlando.
"Sempre digo que tudo que é verde faz bem para o que é vermelho. Quem está com doença cardiovascular volte-se para o reino vegetal. Alimente-se de tudo que é verde possível que a recuperação cardiovascular vem a reboque", aconselha Alberto Gonzalez.
Em casa, seu Orlando segue a orientação diariamente e faz questão de plantar suas verduras: "Eu aproveito qualquer cantinho. Uma jardineirinha da loja de R$ 1,99, um pouquinho de terra e brota um trigo bonito".
A grama de trigo usada no suco nasce de sementes comuns compradas no supermercado e simplesmente jogadas por seu Orlando na terra. "Todos os espaços, o quintal do vizinho, por exemplo, eu coloquei trigo há 15 dias e já está nascendo. Temos couve e outras hortaliças espalhadas no meio da vegetação. Uso de sete a oito qualidades para fazer o suco por dia", conta.
Será que é mesmo tão fácil assim? Nos dez dias em que testamos o suco também experimentamos a preparação dele, até em cozinhas de hotel. Se eu consegui, qualquer um consegue.
Mas, antes, é bom lembrar: estávamos no restaurante de um hotel na cidade turística de Campos do Jordão, e as tentações estavam servidas. Eram 9h. Eu jantei no dia anterior, às 20h30. Ou seja, havia mais de 12 horas. O estômago já estava reclamando. A mesa do café da manhã era farta. Em vez de optar por tudo o que eu normalmente comeria, fiquei só com as frutas e o suco verde.
Logo pegamos a estrada. Acompanhamos doutor Alberto Gonzalez até a casa de um paciente. A viola dá o tom. O lavrador Benedito Vicente da Rosa leva uma vida simples. Mora com a mulher no alto de uma colina, em um lugar onde não tem luz elétrica. Mas sobram ar puro e produtos tirados da terra sem agrotóxicos. Faltava saber como aproveitar todos os seus nutrientes. Foi o que seu Benedito aprendeu nas consultas pelo SUS. Visitas periódicas fazem parte do Programa de Saúde da Família.
Há um ano, o lavrador mal conseguia ir ao posto de saúde, por causa de uma trombose na perna esquerda, uma ferida enorme não cicatrizava.
"Estava muito machucado, era uma ferida só. Tinha um roxo que parecia uma lesão só. Tomei o suco e fechou tudinho, foi uma beleza. Eu já estava até desenganado", comemora o lavrador.
Doutor Alberto Gonzalez explica: "Os vasos da perna dele não chegavam até a intimidade do tecido, por conta do problema vascular. O suco promoveu o fenômeno denominado neovascularização, de crescer novos capilares onde não tinha".
Mas o médico alerta: "Se você está usando remédios e quer mudar para o suco, consulte um profissional médico. A pessoa que tem um problema grave de pressão arterial ou problema grave de perfusão sanguínea do próprio coração não pode parar de tomar o remédio. Eu trabalho usando remédios e o suco. Os remédios vão sendo tirados à medida que os resultados com o suco vão aparecendo. E isso depende da adesão do paciente".
Seu Benedito se empenhou de verdade para ver o resultado. Afinal, o que já seria difícil na cidade grande poderia até ser impossível para quem vive sem energia elétrica – sem um liquidificador.
"Tentei socar no pilão, mas espirrou muito. Tive que inventar outro modo. Daí, foi no ralador. Achei que foi importante", diz seu Benedito, que colhe os ingredientes, rala e espreme tudo com as mãos. "É um verdadeiro remédio. A perna sarou que é uma beleza! Não tem mais nada, está forte. Já estou imaginando até jogar bola. Eu gostava muito de jogar bola. Fazer isso todo dia é difícil, mas sem esforço ninguém consegue nada".
A germinação dos grãos é que dá força ao alimento, potencializa os nutrientes. É o que garante a mais antiga pesquisadora da comida viva no Brasil, a designer e professora Ana Branco, da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ). A primeira semente foi ela que plantou. Há 15 anos, Ana Branco reúne conhecimentos que ela passa adiante.
Preste atenção: é o passo-a-passo para você também aprender a germinar as sementes na sua casa.
"Colocamos a semente de girassol de molho na água. Vamos dormir e a semente vai acordar. São oito horas de molho na água. É o tempo de dormirmos e ela acordar. Na manhã do dia seguinte, jogamos a água fora e deixamos escorrendo em algum apoio por mais oito horas. Depois de oito horas de molho na água e oito horas no ar, é só darmos uma lavadinha antes de consumirmos. Podemos olhar o que aconteceu com a semente germinada. Dá para ver o narizinho que está nascendo. Nesse ponto, podemos consumir. Assim, comemos a energia vital contida nela. E ficamos forte que nem ela", diz Ana Branco.
Para ela, uma filosofia de vida que germinou e deu frutos. Muitos já aprenderam os segredos da alimentação viva em cursos e em uma feira na PUC-RJ.
"Nós começamos com o suco quando eu estava grávida da minha terceira filha. Meu marido faz o suco, fazemos para a família toda. Isso já acontece há três anos", conta a professora Rosana Cunha Pinto. "O grande barato é chamar as crianças para fazerem junto com você. Pede para uma pegar uma maçã, pede para outra segurar uma hortelã. E assim a gente vai cortando e preparando o alimento junto".
Eu bebi suco durante dez dias. E não foi difícil, mesmo fora de casa, dormindo em hotéis, comendo em restaurantes. Logo no primeiro dia, eu fiz exames de sangue que mostraram que a minha saúde vai muito bem. Taxas como colesterol e glicose, por exemplo, estão ótimas. E, por causa disso, eu resolvi não mudar mais nada na minha alimentação. No almoço e no jantar, continuei comendo o que estou acostumado e gosto: arroz, feijão, carne.
Mesmo assim, substituindo só café da manhã, o suco fez efeito. Perdi 2,1 quilos. Eu também senti outras mudanças que não podem ser medidas. A primeira: comecei a sentir menos fome nos últimos dias. E a segunda: mudança no apetite. Já não tenho tido mais tanta vontade de comidas pesadas. Pode ser resultado do suco.
Folclore Brasileiro
Mitos e Lendas do Brasil, mitologia, contos e lendas populares, lendas e mitos da cultura popular brasileira, saci-pererê, curupira, boitatá, lobisomem e mula-sem-cabeça, festas populares, Dia do Folclore, festividades e comemorações, contos folclóricos do nordeste.
O que é Folclore
Podemos definir o folclore como um conjunto de mitos e lendas que as pessoas passam de geração para geração. Muitos nascem da pura imaginação das pessoas, principalmente dos moradores das regiões do interior do Brasil. Muitas destas histórias foram criadas para passar mensagens importantes ou apenas para assustar as pessoas. O folclore pode ser dividido em lendas e mitos. Muitos deles deram origem a festas populares, que ocorrem pelos quatro cantos do país.
As lendas são estórias contadas por pessoas e transmitidas oralmente através dos tempos. Misturam fatos reais e históricos com acontecimentos que são frutos da fantasia. As lendas procuraram dar explicação a acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais.
Os mitos são narrativas que possuem um forte componente simbólico. Como os povos da antiguidade não conseguiam explicar os fenômenos da natureza, através de explicações científicas, criavam mitos com este objetivo: dar sentido as coisas do mundo. Os mitos também serviam como uma forma de passar conhecimentos e alertar as pessoas sobre perigos ou defeitos e qualidades do ser humano. Deuses, heróis e personagens sobrenaturais se misturam com fatos da realidade para dar sentido a vida e ao mundo.
Algumas lendas, mitos e contos folclóricos do Brasil:
BoitatáRepresentada por uma cobra de fogo que protege as matas e os animais e tem a capacidade de perseguir e matar aqueles que desrespeitam a natureza. Acredita-se que este mito é de origem indígena e que seja um dos primeiros do folclore brasileiro. Foram encontrados relatos do boitatá em cartas do padre jesuíta José de Anchieta, em 1560. Na região nordeste, o boitatá é conhecido como "fogo que corre".
CurupiraAssim como o boitatá, o curupira também é um protetor das matas e dos animais silvestres. Representado por um anão de cabelos compridos e com os pés virados para trás. Persegue e mata todos que desrespeitam a natureza. Quando alguém desaparece nas matas, muitos habitantes do interior acreditam que é obra do curupira.
LobisomemEste mito aparece em várias regiões do mundo. Diz o mito que um homem foi atacado por um lobo numa noite de lua cheia e não morreu, porém desenvolveu a capacidade de transforma-se em lobo nas noites de lua cheia. Nestas noites, o lobisomem ataca todos aqueles que encontra pela frente. Somente um tiro de bala de prata em seu coração seria capaz de matá-lo.
Mãe-D'águaEncontramos na mitologia universal um personagem muito parecido com a mãe-d'água : a sereia. Este personagem tem o corpo metade de mulher e metade de peixe. Com seu canto atraente, consegue encantar os homens e levá-los para o fundo das águas.
Mula-sem-cabeçaSurgido na região interior, conta que uma mulher teve um romance com um padre. Como castigo, em todas as noites de quinta para sexta-feira é transformada num animal quadrúpede que galopa e salta sem parar, enquanto solta fogo pelas narinas.
Saci-PererêO saci-pererê é representado por um menino negro que tem apenas uma perna. Sempre com seu cachimbo e com um gorro vermelho que lhe dá poderes mágicos. Vive aprontando travessuras e se diverte muito com isso. Adora espantar cavalos, queimar comida e acordar pessoas com gargalhadas.Curiosidades:- É comemorado com eventos e festas, no dia 22 de Agosto, aqui no Brasil, o Dia do Folclore.- Em 2005, foi criado do Dia do Saci, que deve ser comemorado em 31 de outubro. Festas folclóricas ocorrem nesta data em homenagem a este personagem. A data, recém criada, concorre com a forte influência norte-americana em nossa cultura, representanda pela festa do Halloween - Dia das Bruxas.- Muitas festas populares, que ocorrem no mês de Agosto, possuem temas folclóricos como destaque e também fazem parte da cultura popular
O que é Folclore
Podemos definir o folclore como um conjunto de mitos e lendas que as pessoas passam de geração para geração. Muitos nascem da pura imaginação das pessoas, principalmente dos moradores das regiões do interior do Brasil. Muitas destas histórias foram criadas para passar mensagens importantes ou apenas para assustar as pessoas. O folclore pode ser dividido em lendas e mitos. Muitos deles deram origem a festas populares, que ocorrem pelos quatro cantos do país.
As lendas são estórias contadas por pessoas e transmitidas oralmente através dos tempos. Misturam fatos reais e históricos com acontecimentos que são frutos da fantasia. As lendas procuraram dar explicação a acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais.
Os mitos são narrativas que possuem um forte componente simbólico. Como os povos da antiguidade não conseguiam explicar os fenômenos da natureza, através de explicações científicas, criavam mitos com este objetivo: dar sentido as coisas do mundo. Os mitos também serviam como uma forma de passar conhecimentos e alertar as pessoas sobre perigos ou defeitos e qualidades do ser humano. Deuses, heróis e personagens sobrenaturais se misturam com fatos da realidade para dar sentido a vida e ao mundo.
Algumas lendas, mitos e contos folclóricos do Brasil:
BoitatáRepresentada por uma cobra de fogo que protege as matas e os animais e tem a capacidade de perseguir e matar aqueles que desrespeitam a natureza. Acredita-se que este mito é de origem indígena e que seja um dos primeiros do folclore brasileiro. Foram encontrados relatos do boitatá em cartas do padre jesuíta José de Anchieta, em 1560. Na região nordeste, o boitatá é conhecido como "fogo que corre".
CurupiraAssim como o boitatá, o curupira também é um protetor das matas e dos animais silvestres. Representado por um anão de cabelos compridos e com os pés virados para trás. Persegue e mata todos que desrespeitam a natureza. Quando alguém desaparece nas matas, muitos habitantes do interior acreditam que é obra do curupira.
LobisomemEste mito aparece em várias regiões do mundo. Diz o mito que um homem foi atacado por um lobo numa noite de lua cheia e não morreu, porém desenvolveu a capacidade de transforma-se em lobo nas noites de lua cheia. Nestas noites, o lobisomem ataca todos aqueles que encontra pela frente. Somente um tiro de bala de prata em seu coração seria capaz de matá-lo.
Mãe-D'águaEncontramos na mitologia universal um personagem muito parecido com a mãe-d'água : a sereia. Este personagem tem o corpo metade de mulher e metade de peixe. Com seu canto atraente, consegue encantar os homens e levá-los para o fundo das águas.
Mula-sem-cabeçaSurgido na região interior, conta que uma mulher teve um romance com um padre. Como castigo, em todas as noites de quinta para sexta-feira é transformada num animal quadrúpede que galopa e salta sem parar, enquanto solta fogo pelas narinas.
Saci-PererêO saci-pererê é representado por um menino negro que tem apenas uma perna. Sempre com seu cachimbo e com um gorro vermelho que lhe dá poderes mágicos. Vive aprontando travessuras e se diverte muito com isso. Adora espantar cavalos, queimar comida e acordar pessoas com gargalhadas.Curiosidades:- É comemorado com eventos e festas, no dia 22 de Agosto, aqui no Brasil, o Dia do Folclore.- Em 2005, foi criado do Dia do Saci, que deve ser comemorado em 31 de outubro. Festas folclóricas ocorrem nesta data em homenagem a este personagem. A data, recém criada, concorre com a forte influência norte-americana em nossa cultura, representanda pela festa do Halloween - Dia das Bruxas.- Muitas festas populares, que ocorrem no mês de Agosto, possuem temas folclóricos como destaque e também fazem parte da cultura popular
Folclore
Brasil Escola » Folclore
Entende-se por folclore o conjunto de crenças, lendas, festas, superstições, artes e costumes de um povo. Tal conjunto normalmente é passado de geração a geração por meio dos ensinamentos e da participação real dos festejos e dos costumes. De origem inglesa, o folclore é uma palavra originada pela junção das palavras folk, que significa povo; e lore, que significa sabedoria popular. Formou-se então a palavra folclore que quer dizer sabedoria do povo. O folclore assume grande importância na história de todos os povos, pois por meio desse conjunto pode-se conhecer a antiga cultura dos mesmos e a formação da cultura presente nos dias de hoje. Dentre as características que possui é possível identificar os fatos folclóricos a partir do anonimato, já que todos os componentes folclóricos são de autoria desconhecida; da aceitação coletiva, já que cada pessoa absorve a essência folclórica e a repassa aos outros a partir de seu entendimento próprio; e da transmissão oral, já que antigamente não havia meios de comunicação como na atualidade. Para manter vivo o folclore típico de cada região existem datas específicas para a realização dos festejos e artes.
Por Gabriela Cabral
Entende-se por folclore o conjunto de crenças, lendas, festas, superstições, artes e costumes de um povo. Tal conjunto normalmente é passado de geração a geração por meio dos ensinamentos e da participação real dos festejos e dos costumes. De origem inglesa, o folclore é uma palavra originada pela junção das palavras folk, que significa povo; e lore, que significa sabedoria popular. Formou-se então a palavra folclore que quer dizer sabedoria do povo. O folclore assume grande importância na história de todos os povos, pois por meio desse conjunto pode-se conhecer a antiga cultura dos mesmos e a formação da cultura presente nos dias de hoje. Dentre as características que possui é possível identificar os fatos folclóricos a partir do anonimato, já que todos os componentes folclóricos são de autoria desconhecida; da aceitação coletiva, já que cada pessoa absorve a essência folclórica e a repassa aos outros a partir de seu entendimento próprio; e da transmissão oral, já que antigamente não havia meios de comunicação como na atualidade. Para manter vivo o folclore típico de cada região existem datas específicas para a realização dos festejos e artes.
Por Gabriela Cabral
Aventuras de Pedro Malasartes
Aventuras de Pedro Malasartes
Um dia, Pedro Malasartes vinha pela estrada com fome e chegou a uma casa onde morava uma velha muito pão-dura.
A Sopa de PedraConto Brasileiro por Ana Maria Machado
Um dia, Pedro Malasartes vinha pela estrada com fome e chegou a uma casa onde morava uma velha muito pão-dura.
- Sou um pobre viajante faminto e cansado. Venho andando de muito longe, há três anos, três meses, três semanas, três dias, três noites, três horas...- Pare com isso e diga logo o que quer, interrompeu a mulher.- É que estou com fome. Será que a senhora podia me ajudar?- Não tem nada de comer nesta casa, foi logo dizendo a velha.Ele olhou em volta, viu um curral cheio de vacas, um galinheiro cheio de galinhas, umas gaiolas cheias de coelhos, um chiqueiro cheio de porcos. E mais uma horta muito bem cuidada, um pomar com árvores carregadinhas de frutas, um milharal viçoso, uma roça de mandioca.- Não, a senhora entendeu mal. Eu não preciso de comida, não. Só queria era uma panela emprestada e um pouco d’água. Se a senhora me deixar usar seu fogão, eu já estou satisfeito. Porque aqui no chão tem muita pedra, e isso me basta. Eu faço uma sopa de pedra maravilhosa e nunca preciso de mais nada, já fico de barriga cheia.Desse jeito, ela não tinha como negar. Então deixou. Meio de má vontade, mas deixou. Só repetiu:- Sopa de pedra?- É... disse ele se abaixando para pegar uma pedra no chão. Com esta pedra aqui eu faço a sopa mais deliciosa do mundo. O importante é lavar bem, esfregar bem esfregadinho e deixar a pedra bem limpa antes de botar na panela.
E Malasartes então tratou de lavar bem a pedra, como disse. Em seguida, encheu a panela com água, pôs a pedra dentro e botou tudo no fogo. Quando a água começou a ferver, ele provou e disse:- É... até que não está ruim... Só não vai ficar boa mesmo, de verdade, porque não tem sal.- Não seja por isso, disse a velha. Eu tenho e lhe dou uma pitada.- Ótimo. Com um pouquinho de cebola e alho, fica melhor ainda.- Não seja por isso, disse ela. Eu lhe arrumo.- E um temperinho verde, de horta, será que não tem? Dá gostinho especial na sopa...- Vá lá, não é por isso que essa sua sopa vai ficar sem gosto.Foi pegar tudo o que Pedro Malasartes pediu e voltou depressa para o lado dele. Estava louca para aprendera a fazer aquela sopa. Podia ser mesmo uma sorte receber aquele viajante em casa. Se ele lhe ensinasse a se alimentar só com uma sopa feita de pedra e água, com certeza ela ia economizar muito daí por diante. Mas não pôde ficar muito tempo na beira do fogão, observando. Porque logo que Pedro jogou os ingredientes na panela e deu uma mexida, ele tornou a provar e fez uma cara de quem estava em dúvida.- O que foi? perguntou a mulher.- Não sei bem. Parece que falta alguma coisa neste caldo. Talvez um pedacinho de carne ou de lingüiça...- Não seja por isso, respondeu ela. Se é uma sopa tão maravilhosa e tão econômica assim, não vai ser por um pedacinho de carne que vamos perder essa maravilha.Foi lá dentro e voltou com um pedaço de carne, outro de paio e uma lingüiça. Malasartes jogou tudo dentro da panela. Deixou cozinhar mais um pouquinho e então respirou fundo:- Está começando a ficar cheirosa, não acha?- É mesmo, concordou a velha, interessada.- O problema é que vai ficar meio sem graça assim branquela, sem cor. O gosto está bom, mas fica sempre melhor quando a gente tem um pouco de colorido para enfeitar. Um pedaço de abóbora, umas folhas de couve, de repolho, uma cenourinha, uma batatinha... mas isso não é mesmo muito importante, a senhora não acha? É só aparência...A mulher, louca para aprender bem a fazer aquela sopa preciosa, foi dizendo:
- Não seja por isso. Vou ali na horta buscar.
Voltou carregada de tudo o que ele pediu e mais um nabo, dois maxixes, uma batata-doce, um chuchu, uma espiga de milho. Até uma banana-da-terra.
A essa altura, ela já não se limitava a ficar olhando. Tratava de ajudar mesmo, para andar depressa e também para ela ter certeza de que não estava perdendo nenhuma etapa da preparação daquele prato tão maravilhoso e econômico. Por isso, foi logo lavando todas as verduras para tirar a terra e limpar bem, descascou o que era de descascar, e foi passando para Pedro, que cortava e jogava na panela. E o fogo, ó, ia esquentando. E a água, ó, ia fervendo. E a sopa, ó, ia borbulhando. Os dois esperavam, sentindo aquele cheiro ótimo. De vez em quando Malasartes provava. E suspirava:- Hum! Está ficando gostosa...- Está mesmo um cheiro delicioso, concordava a velha.Daí a pouco, ele provou de novo e concluiu:- Pronto! Agora está perfeita! Uma delícia! É só tomar.A velha trouxe dois pratos fundos, e ele serviu. Ela ficou olhando, para ver o que ele fazia com a pedra, mas Pedro deixou a pedra na panela.- E a pedra? perguntou.- A gente joga fora.- Joga fora?- É... Ou então lava bem e guarda para fazer outra sopa no dia em que for preciso enganar outro bobo.Uns dizem que ela ficou tão furiosa que jogou a panela em cima dele, com sopa quente, pedra e tudo. Outros dizem que ela deu uma gargalhada, viu que tinha merecido, mas tratou de tomar a sopa e guardar a pedra. Pode escolher o fim. E fica sendo assim.
Entrou por uma porta e saiu por outra.Quem quiser que conte outra.
Um dia, Pedro Malasartes vinha pela estrada com fome e chegou a uma casa onde morava uma velha muito pão-dura.
A Sopa de PedraConto Brasileiro por Ana Maria Machado
Um dia, Pedro Malasartes vinha pela estrada com fome e chegou a uma casa onde morava uma velha muito pão-dura.
- Sou um pobre viajante faminto e cansado. Venho andando de muito longe, há três anos, três meses, três semanas, três dias, três noites, três horas...- Pare com isso e diga logo o que quer, interrompeu a mulher.- É que estou com fome. Será que a senhora podia me ajudar?- Não tem nada de comer nesta casa, foi logo dizendo a velha.Ele olhou em volta, viu um curral cheio de vacas, um galinheiro cheio de galinhas, umas gaiolas cheias de coelhos, um chiqueiro cheio de porcos. E mais uma horta muito bem cuidada, um pomar com árvores carregadinhas de frutas, um milharal viçoso, uma roça de mandioca.- Não, a senhora entendeu mal. Eu não preciso de comida, não. Só queria era uma panela emprestada e um pouco d’água. Se a senhora me deixar usar seu fogão, eu já estou satisfeito. Porque aqui no chão tem muita pedra, e isso me basta. Eu faço uma sopa de pedra maravilhosa e nunca preciso de mais nada, já fico de barriga cheia.Desse jeito, ela não tinha como negar. Então deixou. Meio de má vontade, mas deixou. Só repetiu:- Sopa de pedra?- É... disse ele se abaixando para pegar uma pedra no chão. Com esta pedra aqui eu faço a sopa mais deliciosa do mundo. O importante é lavar bem, esfregar bem esfregadinho e deixar a pedra bem limpa antes de botar na panela.
E Malasartes então tratou de lavar bem a pedra, como disse. Em seguida, encheu a panela com água, pôs a pedra dentro e botou tudo no fogo. Quando a água começou a ferver, ele provou e disse:- É... até que não está ruim... Só não vai ficar boa mesmo, de verdade, porque não tem sal.- Não seja por isso, disse a velha. Eu tenho e lhe dou uma pitada.- Ótimo. Com um pouquinho de cebola e alho, fica melhor ainda.- Não seja por isso, disse ela. Eu lhe arrumo.- E um temperinho verde, de horta, será que não tem? Dá gostinho especial na sopa...- Vá lá, não é por isso que essa sua sopa vai ficar sem gosto.Foi pegar tudo o que Pedro Malasartes pediu e voltou depressa para o lado dele. Estava louca para aprendera a fazer aquela sopa. Podia ser mesmo uma sorte receber aquele viajante em casa. Se ele lhe ensinasse a se alimentar só com uma sopa feita de pedra e água, com certeza ela ia economizar muito daí por diante. Mas não pôde ficar muito tempo na beira do fogão, observando. Porque logo que Pedro jogou os ingredientes na panela e deu uma mexida, ele tornou a provar e fez uma cara de quem estava em dúvida.- O que foi? perguntou a mulher.- Não sei bem. Parece que falta alguma coisa neste caldo. Talvez um pedacinho de carne ou de lingüiça...- Não seja por isso, respondeu ela. Se é uma sopa tão maravilhosa e tão econômica assim, não vai ser por um pedacinho de carne que vamos perder essa maravilha.Foi lá dentro e voltou com um pedaço de carne, outro de paio e uma lingüiça. Malasartes jogou tudo dentro da panela. Deixou cozinhar mais um pouquinho e então respirou fundo:- Está começando a ficar cheirosa, não acha?- É mesmo, concordou a velha, interessada.- O problema é que vai ficar meio sem graça assim branquela, sem cor. O gosto está bom, mas fica sempre melhor quando a gente tem um pouco de colorido para enfeitar. Um pedaço de abóbora, umas folhas de couve, de repolho, uma cenourinha, uma batatinha... mas isso não é mesmo muito importante, a senhora não acha? É só aparência...A mulher, louca para aprender bem a fazer aquela sopa preciosa, foi dizendo:
- Não seja por isso. Vou ali na horta buscar.
Voltou carregada de tudo o que ele pediu e mais um nabo, dois maxixes, uma batata-doce, um chuchu, uma espiga de milho. Até uma banana-da-terra.
A essa altura, ela já não se limitava a ficar olhando. Tratava de ajudar mesmo, para andar depressa e também para ela ter certeza de que não estava perdendo nenhuma etapa da preparação daquele prato tão maravilhoso e econômico. Por isso, foi logo lavando todas as verduras para tirar a terra e limpar bem, descascou o que era de descascar, e foi passando para Pedro, que cortava e jogava na panela. E o fogo, ó, ia esquentando. E a água, ó, ia fervendo. E a sopa, ó, ia borbulhando. Os dois esperavam, sentindo aquele cheiro ótimo. De vez em quando Malasartes provava. E suspirava:- Hum! Está ficando gostosa...- Está mesmo um cheiro delicioso, concordava a velha.Daí a pouco, ele provou de novo e concluiu:- Pronto! Agora está perfeita! Uma delícia! É só tomar.A velha trouxe dois pratos fundos, e ele serviu. Ela ficou olhando, para ver o que ele fazia com a pedra, mas Pedro deixou a pedra na panela.- E a pedra? perguntou.- A gente joga fora.- Joga fora?- É... Ou então lava bem e guarda para fazer outra sopa no dia em que for preciso enganar outro bobo.Uns dizem que ela ficou tão furiosa que jogou a panela em cima dele, com sopa quente, pedra e tudo. Outros dizem que ela deu uma gargalhada, viu que tinha merecido, mas tratou de tomar a sopa e guardar a pedra. Pode escolher o fim. E fica sendo assim.
Entrou por uma porta e saiu por outra.Quem quiser que conte outra.
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Como conservavam os Alimentos Antigamente.
Conta um senhor que havia diversas formas de guardar os alimentos antigamente.
Uma das formas para gurdar a carne suína, erá fritála com banha e colocar em latas.
Eles também contruiam, em suas casas espaços destinados exclusivamente a está finalidade, ou seja comodos especiais feitos nos porões onde podiam guardar a carne enlatada, pipaz de vinho e outros.
O trigo era guardado em caixas grandes chamas tuias.
Uma das formas para gurdar a carne suína, erá fritála com banha e colocar em latas.
Eles também contruiam, em suas casas espaços destinados exclusivamente a está finalidade, ou seja comodos especiais feitos nos porões onde podiam guardar a carne enlatada, pipaz de vinho e outros.
O trigo era guardado em caixas grandes chamas tuias.
Como Eram os Casamentos Antigamente.
Conta uma senhora que os casamentos antigamente duravam três dias. Comessavem na sexta- feira pela manhã e terminava no domingo atarde.
A comida era churrasco no dia do casamento, regado avinho puro para os homens, e suco de vinho para as mulheres e as crianças.
Também comian nestes dias galinhas asadas no forno a lenha, salame cuzido, cucas com diversos recheios.
Os casamentos eram muita animados pois quase sempre tinha um gaiteiro, ou tocador de bandonio para animar as festas.
Como Eram as Escolas Antigamente.
Conta um senhor, que as Escolas de Antigamente não eram como as de hoje.
Eles aprendiam as lições decorando, pois escreviam numa louza, que era apagada, assim que era preenchida, obrigando assim a decorar tudo.
Conta também que algumas aulas eram por baixo de árvores, pois a escola não tinha sido construída. As primeiras escolas eram todas de madeira, com classes coletivas de até quatro lugares.
O professor ensina para todas as sérias juntamente.
Se o aluno desobedecia o professor, esse passava o aluno na vara, ou clocava ajoelhado em grons de milho, ou estuadando perto da estrada, para que todos vissem que estava de castigo.
Os alunos também realizavam tarefas para o professor, para que este o compensasse com boas notas.
O máximo que se estudava era até a querta série.
Antigamente Para Onde Era Vendida a Banha.
Conta um senhor, de 75 anos, morador da localidade de Formigueiro, hoje município de Rova Ramada. Que antigamente ele era transportador de banha, do município na época Ijuí.
Que uma das poucas formas de ganhar algum dinheiro, era criando porcos para banha que era vendida inicialmente para as chamada vendas, que após levavam o produto para comercializar no município de Cruz Alta. Pois lá exixtia a linha Ferroviária, possibilitando assim comercialização da banha para outras localidades.
Conta ainda que para levar a banha, levavav em média 3 dias de viagem, em carroções puchados por bois, ou cavalos.
Quando voltavam, traziam de Cruz Alta, acúcar, sal, querozene e tecidos para serem comerciazados em nossa localidade.
Que uma das poucas formas de ganhar algum dinheiro, era criando porcos para banha que era vendida inicialmente para as chamada vendas, que após levavam o produto para comercializar no município de Cruz Alta. Pois lá exixtia a linha Ferroviária, possibilitando assim comercialização da banha para outras localidades.
Conta ainda que para levar a banha, levavav em média 3 dias de viagem, em carroções puchados por bois, ou cavalos.
Quando voltavam, traziam de Cruz Alta, acúcar, sal, querozene e tecidos para serem comerciazados em nossa localidade.
terça-feira, 19 de agosto de 2008
Atividades desenvolvidas para Causos de Antigamente e Hoje.
- Leitura e busca de como se realiza uma escrita dos causos de antigamente e hoje.
- Pesquisa e elaboração do roteiro para entrevista.
- Entrevistar pessoas da comunidade.
- Elaboração do rascunho inicial, para o relato da entrevista.
- Pesquizar blogs educativos na net.
- criação de um email, e um blog para cada estudante, para que possam postar e registrar suas causas pessoais, e deu interesse.
- Assistir o vídeo com os educandos, do Globo Reporter do dia 05 de setembro comida viva, e inserir comentários sobre a reportagem.
- Digitação do rascunho da entrevista e publicação no blog.
- Fazer uma rodada de comentários postando o comentário sobre a atividade realizada.
- continuar publicando Causos de Antigamente e hoje e fazendo comentários.
- Pesquisa e elaboração do roteiro para entrevista.
- Entrevistar pessoas da comunidade.
- Elaboração do rascunho inicial, para o relato da entrevista.
- Pesquizar blogs educativos na net.
- criação de um email, e um blog para cada estudante, para que possam postar e registrar suas causas pessoais, e deu interesse.
- Assistir o vídeo com os educandos, do Globo Reporter do dia 05 de setembro comida viva, e inserir comentários sobre a reportagem.
- Digitação do rascunho da entrevista e publicação no blog.
- Fazer uma rodada de comentários postando o comentário sobre a atividade realizada.
- continuar publicando Causos de Antigamente e hoje e fazendo comentários.
Causos de Antigamnte e Hoje.
- Este blog tem por objetivo estimular leitura e escrita.
- Mostrar os trabalhos realizados com olimpíada de português, onde os educandos da Escola Estadual, pesquisaram e relataram várias histórias, que aconteceram com pessoas do Município de Nova Ramada.
-Buscar interação de educandos com educandos, professores e pessoas interessadas, em perpetuar fatos que se passaram.
- Mostrar os trabalhos realizados com olimpíada de português, onde os educandos da Escola Estadual, pesquisaram e relataram várias histórias, que aconteceram com pessoas do Município de Nova Ramada.
-Buscar interação de educandos com educandos, professores e pessoas interessadas, em perpetuar fatos que se passaram.
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